This groupmuse happened on Sunday, June 5, at 5:00 PM -03.

This is a Groupmuse Virtual Premiere

An online debut of exceptionally crafted pre-recorded content, coupled with musician + audience videochat.

An Oboe in the Choro - Rio Winds Festival 2021
Virtual Premiere

An Oboe in the Choro - Rio Winds Festival 2021

Sun, June 5, 2022 5:00 PM, -03

Welcome to a new musical event made by the oboist Harold Emert!

Along with Harold, An Oboe in the Choro is a brazilian project made with the great musicians Marco de Pinna, (10 string mandolin), Kevin Shortall, (guitar) and Diogo Trindade (tambourine). The "Choro" is a popular brazilian music, internationally recognized by it's unique set of instruments and history.

This virtual concert was part of the Rio Winds Festival 2021, recorded live at the Magistrate’s Museum, in Rio de Janeiro, Brazil.

We hope you enjoy!

Program:

  1. Caminhos (“Paths”) - Marco de Pinna, for trio, without oboe
  2. Choro 190 (Or “Call the Police Who Never Come”) - Harold Emert
  3. Bar 20 - Sergio de Pinna
  4. Deu Bigode (“We Have a Problem”) - Kevin Shorthall
  5. Suingue da Monique (“Monique’s Swing”) - Marco de Pinna
  6. Chorando em Bangu II (“Crying in Bangu II Penintenciary”, Part I) - Harold Emert
  7. Jacaré de Bicicleta (“Alligator on His Bicycle”) - Paulinho Balthazar
  8. Saudade do Pixinga (“Nostalgia for Composer Pixinguinha") - Sergio de Pinna
  9. Ginga de um Bandolim (“A Mandolin Swings”) - Marco de Pinna
  10. Frevendo (“Dancing the Frevo") - Marco de Pinna
  11. O Mundo é um Moinho (“The World is a Windmill”) - Cartola
  12. Carinhoso (“Affectionate”) - Pixinguinha
  13. Flor Amorosa (“Amorous Flower”) - Joaquim Callado

Program

  1. Caminhos (“Paths”) - Marco de Pinna, for trio without oboe
  2. Choro 190 (Or “Call the Police Who Never Come”) - Harold Emert
  3. Bar 20 - Sergio de Pinna
  4. Deu Bigode (“We Have a Problem”) - Kevin Shorthall
  5. Suingue da Monique (“Monique’s Swing”) - Marco de Pinna
  6. Chorando em Bangu II (“Crying in Bangu II Penintenciary”, Part I) Harold Emert
  7. Jacaré de Bicicleta (“Alligator on His Bicycle”) - Paulinho Balthazar
  8. Saudade do Pixinga (“Nostalgia for Composer Pixinguinha") - Sergio de Pinna
  9. Ginga de um Bandolim (“A Mandolin Swings”) - Marco de Pinna
  10. Frevendo (“Dancing the Frevo") - Marco de Pinna
  11. O Mundo é um Moinho (“The World is a Windmill”) - Cartola
  12. Carinhoso (“Affectionate”) - Pixinguinha
  13. Flor Amorosa (“Amorous Flower”) - Joaquim Callado

Comments

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Harold Emert, 21 days ago

An Oboe in the Choro

Today via the magic of zoom—a common internet tool which I only learned to use during this never-ending pandemic—this oboist and composer plus three eminent musicians from the Brazilian choro music world, will be performing online for an audience all over the world, (Groupmuse,17hs Rio de Janeiro-4 pm, EST (NYC).
Similar to many things in this mystical artistic world of Brazilian culture, playing choro music is something I never planned to do.
Having been brought up on the three Bs plus Mozart and company, entering a musical world usually dominated by flutes, clarinets, saxophones and mandolins and tambourines, was an unusual step for an oboe tootler.
I entered because the pressures and conflicts of the so-called erudite musical world as first oboist in the Brazilian Symphony were affecting my nervous system and I needed a relaxing change of pace.
But the more one submerges him or herself in the world of Brazilian choro composers Pixinguinha, Zequinho de Abreu (Tico Tico na Fuba), Jacob de Bandolin and others, the complexity of playing the “correct” style becomes not as easy as it first seemed.
What I like so much about the Choro and Chorinho world is that it is a truly expression of the common man. And almost always with a sense of humor or irony.
Thus, ditties like “1-0” (Pixinguinha)about the painful victory of Brazil´s National Selection over Uruguay, the “Flight of the Fly” (Jacob de Bandolim), or Luis Americano´s “What´s up” (E do que Ha).
The most famous chorinho is Pixinguinha´s “Carinhoso “(Affectionate-Loving), which is almost Brazil´s national anthem.
Pixinguinha (Alfredo da Rocha Viana Filho,1897-1973), a virtuoso saxophonist and flautist, composer and arranger, is an Afro-Brazilian (few use this categorization here in Brazil) I am surprised the United States politically correct musical world still hasn’t really cultivated.
According to the legend, when Maestro Leopold Stokowski visited Rio de Janeiro aboard the good ship Uruguay on 7 August 1940, he requested Brazil´s leading composer Heitor Villa Lobos round up for him some of the leading sounds of Brazil and Pixinguinha was among those invited on board to play for Stokie.
This gringo entered the choro-chorinho world at the invitation of the late composer and and guitarist Sergio de Pinna. We at first played at the auditorium of the Brazilian Press Association (ABI) in downtown Rio. I loved playing his “Bar 20,” a nostalgic salute to a bar in Ipanema-Leblon where lots of intrigues and friendships occurred.
Accustostomed to a minimum of five formal rehearsals with the Brazilian Symphony orchestra, I was a bit shocked—to put it mildly – that the rehearsals for choro recitals were held behind a screen prior to the concerts at the Brazilian Press Association
The explanation was that most veteran chorinho musicians (minus myself) knew the repertoire.
Later our choro encounters were at restaurants or at homes with delicious steak roasts and warm friendships.
The beer always flowed and to my surprise no one thought it odd that the performing musicians took sips of the refreshing beverage between chorinhos.
All these experiences made me wonder if music in stuffed- shirt concert halls has taken a wrong turn.
Eventually I had the pleasure to record with Sergio de Pinna and his talented son Marco de Pinna, bandolim, cavaquinho and composer, “An Oboe in the Choro.”
Perhaps I was the first to insert an oboe into the chorinho but today there are many others –from France to Portugal to Japan- entering with their oboes this special musical world.
As a composer I had the courage to enter this mystical world with two ditties which are included on today´s internet program: “Dial 1-9-0- and the Police Never Come” and “Crying in Bangui II (the penitentiary in Rio which lodges corrupt Brazilian politicians as well as thieves and murderers).
I don´t know if my past teachers of so-called “erudite” music would approve, but rehearsing and performing Chorinho music with Marco de Pinn\, cavaquinho (Brazilian ukulele) e bandolim(mandolin) and 10-string guitarist Kevin Shortall and Diogo Trindade, tambourine, brought me emotional relief comfort during these sometime awful days of the pandemic.
Obrigado colegas ….please tune in today at 17hs (Rio de Janeiro) or 4 pm (NYC,EST) if you are interested.


Harold Emert, 21 days ago

Um Oboé no Choro
Hoje, através da magia do zoom — uma ferramenta comum de internet que só aprendi a usar durante essa pandemia interminável — este oboísta e compositor e três músicos eminentes do mundo da música choro brasileira, se apresentarão online para um público em todo o mundo, (Groupmuse,17hs Rio de Janeiro-16hs, EST (NYC).
Semelhante a muitas coisas nesse mundo artístico místico da cultura brasileira, tocar música de choro é algo que eu nunca planejei fazer.
Tendo sido criado nos três Bs mais Mozart e companhia, entrar em um mundo musical geralmente dominado por flautas, clarinetes, saxofones e bandolins e pandeiros, foi um passo incomum para um oboé tootler.
Entrei porque as pressões e conflitos do chamado mundo musical erudito como primeiro oboísta da Sinfonia Brasileira estavam afetando meu sistema nervoso e eu precisava de uma mudança relaxante de ritmo.
Mas quanto mais submerge no mundo dos compositores brasileiros de choro Pixinguinha, Zequinho de Abreu (Tico Tico na Fuba), Jacob de Bandolin e outros, a complexidade de tocar o estilo "correto" não se torna tão fácil quanto parecia.
O que eu gosto tanto no mundo do Choro e do Chorinho é que é uma expressão verdadeira do homem comum. E quase sempre com senso de humor ou ironia.
Assim, ditties como "1-0" (Pixinguinha)sobre a dolorosa vitória da Seleção Brasileira sobre o Uruguai, o "Voo da Mosca" (Jacob de Bandolim), ou "O que está em cima" de Luis Americano (E do que Ha).
O chorinho mais famoso é "Carinhoso-Amoroso", de Pixinguinha, que é quase o hino nacional do Brasil.
Pixinguinha (Alfredo da Rocha Viana Filho,1897-1973), um virtuoso saxofonista e flautista, compositor e arranjador, é afro-brasileiro (poucos usam essa categorização aqui no Brasil) Estou surpreso que os Estados Unidos politicamente corretos mundo musical ainda não tenha realmente cultivado.
De acordo com a lenda, quando o maestro Leopold Stokowski visitou o Rio de Janeiro a bordo do bom navio Uruguai, em 7 de agosto de 1940, ele solicitou ao compositor brasileiro Heitor Villa Lobos para reunir para ele alguns dos principais sons do Brasil e Pixinguinha estava entre os convidados a tocar para Stokie.
Esse gringo entrou no mundo do choro-chorinho a convite do falecido compositor e guitarrista Sergio de Pinna. A princípio tocamos no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio. Adorei tocar seu "Bar 20", uma saudação nostálgica a um bar em Ipanema-Leblon onde ocorreram muitas intrigas e amizades.
Accustostomed a um mínimo de cinco ensaios formais com a Orquestra Sinfônica Brasileira, fiquei um pouco chocado — para dizer o mínimo — que os ensaios para recitais de choro foram realizados atrás de uma tela antes dos concertos na Associação Brasileira de Imprensa
A explicação foi que a maioria dos músicos veteranos do Chorinho (menos eu) conhecia o repertório.
Mais tarde, nossos encontros de choro foram em restaurantes ou em casas com deliciosos assados de bife e amizades quentes.
A cerveja sempre fluiu e para minha surpresa ninguém achou estranho que os músicos performáticos pegassem goles da bebida refrescante entre os chorinhos.
Todas essas experiências me fizeram pensar se a música em salas de concertos de camisa de pelúcia tomou o caminho errado.
Eventualmente tive o prazer de gravar com Sergio de Pinna e seu talentoso filho Marco de Pinna, bandolim, cavaquinho e compositor, "Um Oboé no Choro".
Talvez eu tenha sido o primeiro a inserir um oboé no chorinho, mas hoje há muitos outros – da França a Portugal ao Japão – entrando com seus oboés nesse mundo musical especial.
Como compositor, tive a coragem de entrar nesse mundo místico com dois ditties que estão incluídos no programa de hoje na internet: "Disque 1-9-0 e a Polícia Nunca Vem" e "Chorando em Bangui II (a penitenciária do Rio que abriga políticos brasileiros corruptos, bem como ladrões e assassinos).
Não sei se meus antigos professores da chamada música "erudita" aprovariam, mas ensaiar e tocar música de Chorinho com Marco de Pinn\, cavaquinho e bandolim e o guitarrista kevin Shortall e Diogo Trindade, pandeiro, me trouxeram conforto de alívio emocional durante esses dias horríveis da pandemia.
Obrigado colegas ....por favor sintonize hoje às 17hs (Rio de Janeiro) ou 16h (NYC,EST) se você estiver interessado.


Harold Emert, 20 days ago

It is a pleasure to return to performing a Groupmuse girtual concert i feel the Brazil choro music should be better known


Attendees

Mann-Wen Lo Emcee
Ana Maria B. Emert
Angela Maria Bassoul Israel